Erro comum em oficina de manutenção aeronáutica: implementar AS 9100 achando que serve. Não serve. AS 9100 é norma para fabricação. Manutenção tem norma própria - AS 9110.
Diferença não é detalhe. Operação MRO tem fluxo, risco, rastreabilidade e responsabilidade técnica completamente distintos da linha de produção.
O que muda em relação à AS 9100
- Recebimento de aeronave/componente - inspeção de entrada, identificação, condição as-received
- Diagnóstico técnico - troubleshooting, escopo de trabalho (work scope) negociado com operador
- Execução conforme manual - AMM, CMM, OHM, SB, AD do fabricante e autoridade
- Componentes e peças - rastreabilidade total, parte nova vs. reparada vs. usada serviceable
- Liberação de aeronavegabilidade - emissão de Certificado de Aprovação para Retorno ao Serviço (CRS / Form 1)
- Pessoal certificado - mecânico habilitado por categoria (motor, estrutura, aviônica, etc.)
Quem exige
- Operadores aéreos (companhias aéreas, táxi aéreo, fretamento) na contratação
- Fabricantes (OEM) ao homologar Authorized Service Center
- ANAC (e EASA, FAA) como suporte ao certificado de Empresa de Manutenção (RBAC 145)
- Forças Armadas em editais de manutenção
Integração com regulação
AS 9110 não substitui o RBAC 145 (regulação ANAC). É complementar: regulação dá obrigação legal, AS 9110 dá sistema de gestão da qualidade. Quem só tem RBAC 145 está em conformidade legal mas não é competitivo no mercado global.
Como facilita.ops apoia
Estrutura POPs específicos de MRO, gestão de Form 1, rastreabilidade de componente, controle de manuais (AMM/CMM/SB/AD), gestão de qualificação de pessoal, indicadores de retrabalho e on-time delivery.
Oficina de MRO sem AS 9110 perde contrato.
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