Cena cada vez mais comum: empresa de médio porte recebe email do cliente grande (banco, varejista, indústria automotiva, exportadora). Assunto: "Solicitação de Relatório de Sustentabilidade GRI 2021 - prazo 90 dias".
Reação típica do gestor: "a gente nunca fez isso, é muito caro, vamos contratar consultoria de R$ 200 mil".
Verdade: dá pra começar mais simples. GRI tem opção "with reference to" (relato seletivo) que permite reportar só os tópicos materiais para o seu negócio. Não precisa cobrir tudo na primeira rodada.
Como o framework é organizado
- GRI Universal Standards (GRI 1, 2, 3) - aplicáveis a todas organizações: fundamentos, divulgações gerais, materialidade
- GRI Sector Standards - específicos por setor (petróleo & gás, agro, mineração já publicados, outros chegando)
- GRI Topic Standards - 30+ temas (200 econômicos, 300 ambientais, 400 sociais)
O que mudou em 2021
A reforma de 2021 endureceu requisitos:
- Materialidade obrigatória com processo formal de definição (não mais "achismo")
- Due diligence em direitos humanos virou divulgação geral
- Cadeia de valor entrou como escopo de relato (não só dentro dos muros da empresa)
- Sector Standards tornaram-se mandatórios quando aplicáveis
O risco do relato sem sistema
Empresa que monta GRI à mão, em planilha, no último mês antes da entrega, produz relato não-confiável. Auditoria externa de sustentabilidade está crescendo (assurance ISAE 3000), e relato fraco vira passivo reputacional.
Como facilita.ops apoia
Estrutura matriz de materialidade GRI 3, divulgações universais GRI 2, coleta de dados por tópico, integração com ISO 26000 e ISO 14001, dashboard ESG mensal pro board (não só anual pro relato).
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